Galeria de Pinturas

No topo deste site encontra ligação para as pinturas que vão saindo do atelier e que vou dividindo por temas. Verifique sempre para ver o que há de novo! Caso alguma seja do seu agrado e pretenda encomendar, seja para decorar algum espaço ou para oferecer... esteja à vontade para contactar para ohpinturas@hotmail.com. Terei todo o gosto em responder :)
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Expressionismo

Este movimento artístico desenvolveu-se sobretudo na Alemanha e nos países nórdicos, entre 1905 e 1930, aproximadamente.  Os pintores expressionistas pretendiam revelar os seus sentimentos através da violência das cores, das pinceladas largas e das imagens deformadas.

É um tipo de pintura intenso, apaixonado e muito pessoal, baseado na ideia de que a tela é um meio para expressão das emoções.  Um dos pintores que mais influenciou este movimento artístico foi Van Gogh, ao distorcer as cores e as linhas, expressando assim, uma grande intensidade dramática.  Também Munch, Kirchner, Schiele e Otto Dix foram alguns dos principais expressionistas.


 Van Gogh
"Noite Estrelada"
Munch
 "O Grito"
 Kirchner
"Retrato de Gerda"




Schiele
 "The daydreamer"
Otto Dix
"Sou uma criança"

Ruptura e inovação nas Artes I - Arte Nova

As alterações económicas e sociais que resultaram da I Guerra Mundial, bem como a vivência e o sofrimento daquela época, originaram novas formas de expressão artística e provocaram uma autêntica revolução no mundo das artes. 

Ao desenvolver-se a fotografia, a pintura perdeu um pouco o monopólio da reprodução da Natureza e foi forçada a encontrar novas soluções.  Muitos artistas romperam com as regras e convenções tradicionais, (como por exemplo, a noção de perspectiva e o naturalismo) e abandonaram progressivamente a arte figurativa (reprodução da realidade observável), abrindo caminho à pintura contemporânea.

Arte Nova

A Arte Nova, surgida ainda nos finais do séc. XIX, nomeadamente em França e na Bélgica, em plena Belle Epóque, produziu obras de grande beleza e requinte, utilizando materiais diversos como tecidos, vidro, pedras e madeiras preciosas.  Abrangeu os mais variados sectores artísticos: a pintura, a arquitectura, o mobiliário, a decoração de interiores e a ourivesaria.  Inspirou-se na Natureza e valorizou a linha ondulante e curva que sugeria a ideia de movimento.


Exemplos na decoração de interiores:





Na pintura, Alfonse Mucha foi um ilustrador e designer gráfico checo e um dos principais expoentes do movimento   Arte Nova.



Como olhar para (compreender) a Arte Abstracta ?

Adoro pintar e se pudesse passaria os meus dias só nessa actividade que é para mim tão normal como respirar, comer, dormir...
Mas gosto de pintar o quê ?  Então.... Tudo!  É possível pintar mesmo tudo, aquilo que vemos e aquilo que não vemos, é possível pintar pensamentos, emoções, raciocínios...
Se eu pudesse pintava até nas paredes de casa, nos muros do pátio, no carro, enchia tudo de cores!  
E por causa deste fascínio pelas cores, combinações de luz e sombra, texturas e relevos, sinto que sou uma pessoa de "ondas inspiradoras" muito ecléticas.  Porque tanto me pode dar para pintar algo que parece uma fotografia e cuja inspiração vou buscar a uma qualquer imagem que retive com um "olhar fotográfico".  Pode ser uma paisagem, uma flor,,, ou como me apetece pintar algo com "corpo" (relevo, textura...) para apetecer tocar na pintura quando a vemos, e aí adoro "meter a mão na massa" - acrílica...  e ainda pinturas abstractas que saiem ao sabor dos pensamentos ou emoções dos momentos.  Podem ser manchas de cor, riscos e riscos, figuras geométricas distorcidas...
E é sobre pintura abstracta que gostaria de falar hoje.  É que parece algo muito simples mas curiosamente é o estilo que mais exige de nós.  Há até quem pense "bem, a pintura abstracta qualquer um pode fazer....basta pegar nas tintas, atirar para a tela e já está!  Ah!  E qualquer um pode de facto fazer isso, eu já fiz.... mas estraguei imensas telas!  Por falta de composição, por erro de cores, por no final olhar para aquilo... e não me dizer nada!
No fundo, no fundo, "abstractizar" de forma que funcione não é assim tão linear.  E depois há a questão de saber olhar para a pintura abstracta.  Creio até que a maior parte das pessoas que não apreciam é porque ainda não aprenderam a compreendê-la.  Eu própria já passei por essa fase e em relação a alguns artistas famosíssimos, com obras vendidas por milhões de euros (depois de terem falecido, claro está....) ainda hoje não consigo entender.  Um desses casos é por exemplo a obra de Mark Rothko, que até hoje ainda estou a milhas de compreender.  Mas lá chegarei...
Esta será apenas a minha opinião, outras pessoas terão outras e quem pinta sentirá de maneira diferente certamente.  Por isso este estilo é tão polémico, tão amado por uns e detestado por outros!

Quanto a mim, quando estou na "onda abstracta" não estou a tentar capturar a imagem de uma paisagem ou figura. O meu assunto é apenas a pintura em si.


                                                           Ave do Paraíso III


O que vê cada um quando olha para a pintura abstracta ?  
Cor, formas, linhas e texturas são os elementos físicos que se combinam para formar a imagem. Uma selecção de formas escuras e pesadas podem impressionar e revelar-se como sombrias. Formas mais leves e arejadas podem revelar-se como imagens místicas, formas equilibradas e temperadas revelam-se como pacíficas....  

A  cor e forma têm significados em si. Nós reagimos emocionalmente a esses elementos, mesmo que não se crie nenhum objecto reconhecível por nós.  Assim, uma pintura de formas irregulares, angulares, em vermelhos profundos por exemplo, evocará uma sensação totalmente diferente de uma em curvas suaves de amarelo e branco.
A manipulação do espaço - ou a ilusão do espaço - é outro elemento que também atrai os artistas. Podemos sentir-nos atraídos para um mundo de espaço tridimensional que se estende além do âmbito da pintura. (No caso, quando "brinco" com as massas acrílicas para cirar formas e texturas em alto relevo)  Ou então podemos ficar  visualmente em tensão, e não sair de um espaço bi-dimensional. A impressão de profundidade, perspectiva, leveza, solidez, e outras relações espaciais são criadas e controladas quando estamos a pintar.
A composição global ou desenho de uma pintura é o que orienta o olhar do observador. Já alguma vez olhou para uma pintura ou fotografia e sentiu que ela estava  desiquilibrada? Uma das grandes diferenças entre fotografias amadoras e fotografias profissionais, é a qualidade da composição. Numa fotografia amadora, talvez toda a acção esteja centrada na esquerda, sem nada e com espaço vazio à direita. O desequilíbrio dá uma sensação de desconforto. (É claro que um artista pode usar esse mal-estar também deliberadamente, para provocar o espectador...)
A composição é uma das ferramentas fundamentais e o objetivo é conseguirmos um equilíbrio dos elementos visuais, sem fazer algo que se torna chato.  Se por exemplo, estiver  tudo do lado esquerdo igual ao que está no lado direito, e o mesmo do topo para a base, haverá realmente equilíbrio mas perde-se o interesse.  (uso a regra dos três terços...)
Conseguir uma boa composição, equilibrar todos  os elementos  ( linhas, cores, formas...), mantendo uma tensão dinâmica, é este o principal objectivo a atingir no final da pintura. Se adicionarmos uma pincelada azul no canto esquerdo inferior, por exemplo, logo vamos ter que mudar algo no canto direito superior.  Não nos podemos concentrar numa secção de cada vez, ignorando o resto da tela e depois esperar acabar com uma composição que funcione...

 
                                                                     Crepúsculo
  
Energia é outro factor, ela é a força vital que está presente em toda a  arte. Isto não é algo que é facilmente definido, mas é o estado oposto de um resultado estático. É essa energia que faz uma pintura falar connosco e faz com que o  trabalho de um artista seja original e identificado como a obra daquele artista. 
A energia é criada a partir dos materiais do artista e das ferramentas, mas o final é mais do que o meio, no mesmo sentido em que uma composição musical é muito mais do que uma colecção de notas.  E essa energia pode ser transmitida pelas cores escolhidas, pela forma como elas são aplicadas na tela, pelos contrastes gerados, pelas texturas, pelo movimento das pinceladas ou da espátula, ou dos dedos, ou do que se usar para pintar.
Para tentar compreender uma pintura abstracta, da próxima vez que olhar para uma, ou para qualquer tipo de "arte moderna", não comece a procurar  algum objecto identificável a partir do seu mundo.  
Em vez disso, tente entrar no mundo que o artista criou. Relaxe e deixe os olhos passearem na superfície da pintura. Deixe o  coração e a mente reagirem às suas cores, formas e texturas. Deixe-se atraír  para a ilusão dos seus espaços, a acção das suas linhas, se as houver, ou para o humor e energia criados pela atmosfera das cores.


                                                                         Alegria

 Dê uns passos para trás e olhe a pintura à distância.  Depois caminhe para ela lentamente e sinta qual o impacto que ela lhe causa à medida que se aproxima.
Mova-se para mais perto e explore os meandros das pinceladas, as  espessuras da tinta e das texturas, os relevos e detalhes da composição. Veja como as partes são relacionadas em conjunto para formar o todo.
Dê tempo à pintura.  Nenhuma obra pode ser compreendida e apreciada apenas num  relance de dez segundos. A arte deve crescer em nós, tornando-se mais interessante e mais agradável de olhar a cada dia que passa connosco.
Mesmo assim,  ainda pode ver  "coisas" nas pinturas abstractas, encontrar  pássaros e árvores e animais escondidos nas formas. E isso é tão natural como quando olhamos as nuvens no céu e
as transformamos em formas reconhecíveis. Fazêmo-lo desde crianças... e continuamos pela vida fora. 
Mas por abrir os olhos para as possibilidades do mundo que o artista criou ali naquela tela, poderá um dia ver mais do que jamais esperava ver na arte abstracta.

Estilos de Pintura - Action Painting


>>> Daniel , guache sobre cartolina


Esta é a obra de Daniel, um pintor que dentro de um mês irá completar 3 anos de idade.  É uma pintura autêntica pintada por ele sozinho. l

O que será que ele tenta expressar com esta pintura ?



Nenhuma ideia, nenhum pensamento, não houve qualquer planeamento nem sequer influências.  O Daniel nem sequer tem ideia do que é Action Painting nem nunca viu obras deste tipo.  Conhece apenas o Pocoyó, Mickey, Winnie the pooh, o Ruca...  mas nem sequer é provável que estivesse a pensar neles quando criou esta pintura.

Então o que é esta obra ?
Pois então, é uma abordagem, uma forma de contacto com a pintura, uma experiência.  Ele já sabia que com o pincel se vai colorindo o papel e o que mais o atraía era ver a pastosidade das tintas. É um jogo com pincéis e cores.

E isto é arte ?

Eu creio que sim porque é uma criação.  No entanto há que entender que é um tipo de arte infantil, inocente, sem objectivos artísticos nem interesses pessoais. Não representa pensamentos, é uma obra vazia de muitas coisas, todavia cheia de outras, como a espontaneidade, a casualidade, a curiosidade e a sensação. E estas são qualidades que não seria possível plasmar com o pensamento a interromper o processo.  É uma arte pura e agradável para quem a realiza.

Então o Daniel é um artista ?

Poderíamos dizer que não porque ele não tem consciência de quem ele mesmo é,  nem do que está a fazer.   Mas também poderíamos dizer que sim se pensarmos que toda a pessoa possui necessidades e capacidades inatas de se expressar, e por isso, todas as pessoas têm um artista dentro de si.
Talvez o Daniel não seja um artista porque não tem objectivos artísticos e o facto de ter estado a pintar num determinado dia é uma casualidade.  No entanto, a sua obra é artística porque abarca o que o Daniel é, ou seja, um menino, que gosta de brincar, que é divertido, alegre e curioso.  E ao poder plasmar num papel estas qualidades humanas converte a sua obra em arte, a arte das crianças.

Pintura de Kandinsky >>>

Então e o que se passa com  Kandinsky, Jackson Pollock e outros artistas que pintam assim ?

Neste caso, passa-se o mesmo que com outros estilos.  Há artistas melhores, piores, uns que inovam, outros que copiam, que se repetem e que até inclusivamente matam o estilo em si.

Os artistas originais do estilo  Action Painting pretendiam conseguir o mesmo que uma criança de 3 anos consegue fazer em 5 minutos.  Buscar o seu eu, o seu ser interior desconhecido e criar com ele uma pintura.  E isso para a arte representou uma libertação e uma recuperação de conceitos como a espontaneidade, as emoções, o acto de pintar em si mesmo, a inocência e o desinteresse. Mas depois também surgiram o descontrole, a agressividade,  a obsessão, entre outras coisas.  Quando o estilo Action Painting choca com a produtividade, o negócio, a idade adulta, a sociedade...então morre.

Este estilo de arte é na essência o prazer de pintar, com uma técnica que afinal todos podemos utilizar e para desenvolver uma expressão que deve nascer de dentro de cada pessoa.  Por isso esta arte é até  muitas vezes aconselhada como terapia de vida, para deixar-nos levar pela criança que há dentro de nós, pegar em papel e tintas e pintar sem pensamento.  Pintar por pintar...

Estilo de Pintura - Africano

O estilo africano que descrevo aqui, nasceu a partir das pinturas esquemáticas pré-históricas.


Arte primitiva africana




O estilo africano moderno 

Predominam os seguintes elementos:


- As figuras negras são mais ou menos esquemáticas e ressaltam sobre o fundo.  As pessoas são reduzidas e estilizadas e usam-se muitas vezes linhas rectas para representar braços e pernas.

- Utilização das cores puras e desenhos estampados.  As figuras vestem as roupas africanas de cores vivas e com estampados abstractos.



- Textura terrosa e utilização de cores terra.  Predomina o uso deste tipo de textura, real ou visual para imitar o suporte de pintura original (as pedras e cavernas onde estão as pinturas primitivas).





Artistas que pintam em estilo africano moderno


Gakonga 



 Augusta Asberry





Keith Mallett



Michel Rauscher
 



Okavango


Estilo de Pintura - Aztecas

Características do Estilo

No estilo de pintura dos Aztecas sobressai a criação de personagens (a maior parte, Deuses) e a invenção de símbolos.  Como técnica, destacam-se os seguintes elementos:

- O Desenho linear de figuras como protagonistas da pintura.  A representação de formas simplifica-se com a técnica do desenho em contornos de linhas feitas com precisão.  Isto permite aumentar o número de figuras e elementos decorativos que formam a pintura final.  É uma figura composta visto que são os vários  desenhos que constituem todo o conteúdo da pintura final.


Além deste aspecto, o desenho tem certas características que o tornam mais forte como estilo:

- O desenho apresenta-se apenas num plano.  Não há profundidade nem gradações de cor,  nem atmosfera.  Este facto dá-lhe um certo grau de abstracção onde as formas ganham uma certa independência e maior expressividade.  Neste estilo a expressividade é agressiva na temática e inocente na técnica, já que não há ilusões visuais em relação a uma maior representação da realidade.

- As formas são arredondadas.  Esta escolha gera um tipo especial de equilíbrio e configuração centrada nas figuras.

- Há uma saturação decorativa nas personagens, totalmente carregadas com indumentárias para guerra ou para outros acontecimentos.

- A Cor serve para encher as formas desenhadas, é forte e transmite uma certa paixão às figuras.  Através do contraste é aumentado o significado da mensagem que se quer transmitir.

- O simbolismo é o objectivo real do desenho.  Toda a forma deve gerar uma figura que é um ser simbólico.  O estilo Azteca é gerado a partir de uma série de ideologias muito fortes e umas técnicas muito simples.  São técnicas escassas no que diz respeito à representação da realidade.  Não têm volume, gradações de cor ou definição de pontos de luz, todavia, representam composições e criações de figuras complexas.

Estilo de Pintura Egípcia

Características deste estilo
 
Neste estilo de pintura predominam os seguintes elementos:


- Linhas e Contornos


As figuras são elaboradas com um tipo de desenho e ilustração planos e lineares onde não há um desenvolvimento de volume, nem de atmosfera nem tridimensional.  As linhas contornam as fortemente as formas.   Neste estilo a linha é o factor técnico mais importante.

Este tipo de desenho dá clareza às figuras visto que elas estão mais delimitadas.  Além disso, na Arte Egípcia os símbolos eram muito importantes, assim como a exploração de certos temas de pintura e por isso pretendia-se encontrar a clareza para se passar a mensagem sem qualquer tipo de ambiguidade.

Depois surgem dois  elementos muito importantes que complementam as linhas: a Cor, que é dominada por essas linhas e cumpre a sua função dependendo delas.  Os  Hieróglifos, que eram a escrita egípcia e que também necessitam das linhas.

- As Figuras e os elementos simbólicos predominam na maioria das imagens de arte egípcia.



A narração, ou o contar uma história, era um objectivo muito importante neste estilo e a pintura era criada em função da mensagem que se queria passar.  A arte egípcia desenvolveu uma grande capacidade de comunicação com poucos meios mas com muita variedade. Isto era conseguido desenhando e pintando as figuras como protagonistas das suas histórias e utilizando os símbolos para as contar ( narração).

 
Se observarmos as proporções, verificamos que surgem figuras grandes que representavam as pessoas mais poderosas e importantes e as figuras mais pequenas como sendo menos importantes. A arte dos egípcios transmite  muitas mensagens que se relacionam com os seus Deuses, Faraós e outras personagens da vida da sua época.  Portanto podemos dizer que se trata de uma arte representativa e também simbólica, sendo as imagens a transmitir as ideias mais abstractas.
Um pormenor que ainda recordo das aulas de História como a característica mesmo "típica" deste estilo é o de as figuras apresentarem sempre a face de lado e nunca de frente.  Mesmo que o corpo esteja de frente, a face está sempre de perfil e o olho desenhado como se estivesse de frente. Interessante, não ?

Quadros - os estilos de pintura

Os estilos de pintura ou estilos pictóricos são, no fundo, a forma de pintar e a estética de cada pintor.  Dependendo das técnicas adquiridas e das ideias de cada artista, são conseguidos determinados resultados visuais no trabalho final.  



Quem não conhece o exemplo abaixo, "A Persistência da Memória" de Salvador Dali do Movimento Surrealista ?



Irei tentar abordar aqui,  as diferentes tendências e movimentos que se deram ao longo dos tempos no que diz respeito à arte da pintura.  A Humanidade já evoluiu muito e arte da pintura é um dos melhores meios de verificar esse facto.
Através de algumas explicações e exemplos, verá como passará a ser muito fácil identificar determinado estilo de pintura, saber em que época ele nasceu, os temas e a técnica de pintura, quais os artistas relacionados, etc...
Como essas tendências perduram até hoje,  poderá descobrir o seu  estilo favorito e dessa forma também ter mais opções para a escolha dos quadros que irão decorar os seus ambientes.